Ser Flamengo é ter alma de herói

"Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnico, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."

Re-ratificando o post de ontem.

Re-ratificando o post de ontem.

Re-ratificando o post de ontem.

Carajo, postei ontem sobre a Velha Guarda dos jogos do Karioketa fora do Rio, eskeci de alguns “generais” e eles entraram aki me rasgando. O Bruno Caravello inclusive ameaçou cortar meu bilau. Pode cortar, tá, pode cortar. Num uso mais essa merda mermo. Só serve pra fazer volume e mijar na cueca. Eskeci irmão. Malzão. Tô com 102 anos de idade. Mané.

Como eskecer dele (Bruno)? Gil Barros e o filho Renan, Daniel Rosenblatt e o filho Kiko, Jorge Branco e o filho; Leozinho (da nova geração), Guilherme Nogueira e o irmão César. Malzão. Tem outros, mas num lembro, juro. Inté o Claudio Pompeu que é tricolete, às vezes ia só pela resenha. E vestia a camisa do Mengão. Há testemunhas.

Desde o final da década de 60 esse grupo de avós, pais, filhos e netos se reunia e viajava por aí pra vê Mengão (respeitada a idade cronológica, claro). Maracanã; Gávea; São Januário; Laranjeiras; General Severiano; São Cristóvão; Andaraí; Caio Martins, Niterói; Olaria; Bonsucesso; Madureira; Campo Grande; Bangu; Campos dos Goitacás; Itaperuna; Petrópolis, Teresópolis; Nova Friburgo; Juiz de Fora. Esqueci algum?

Beijão putada. Kem foi, foi. Kem participou, participou. Num tem volta.

Valeu

Moraes